CAMPOAMOR

Exposições

2017-2024 · INDIVIDUAL

Campoamor

Curadoria Andrés I. M. Hernández
Museu do Café de Santos - SP - Brasil

Campoamor investiga o café como matéria sensível, memória e afeto, transformando aroma, textura, som e vestígios cotidianos em experiência artística. Entre pintura, instalação, vídeo e som, Raquel Fayad constrói uma poética onde corpo, lembrança e presença se entrelaçam.

A exposição passou por instituições como o Museu de Salto, Espaço Cultural Almeida Júnior (Itu), Museu do Café e Pinacoteca de Botucatu, consolidando-se como um projeto em constante transformação.

Campoamor, de Raquel Fayad, é gramática e fonética sensoriais estruturadas e projetadas em uma instalação em que, a partir das obras de arte que fazem parte dela, se irradiam, sensorialmente, campos de história, memória, apropriações, encontros e convicções.

As conjunções gramaticais e fonéticas trazem a dialética imensurável de aproximações e distanciamentos que nos provocam o mergulho associativo e a colaboração estrutural no campo imantado da concepção, construção e exposição do projeto.

A artista constrói narrativas que avançam, ciclicamente, de uma referência sociocultural reconhecível, o café, a potentes manifestos visuais que provocam discussões sobre realidades cronológicas do convívio humano, mas que reforçam as particularidades da pesquisa artística de Fayad simetricamente com os encantos dos encontros afetivos, como coloca ela, que a afetam e nos afetam.

Dos encontros e das radiações de empatias cíclicas de compartilhamento inerentes à tradição dos costumes sociais no café, consequentemente vêm as reverências de convívio associadas a intimidades, decisões, atitudes, exaltações e tradições culturais.

As obras de arte reverenciam, esteticamente, essas metamorfoses híbridas de conhecimentos e referências à arte como canal de formação, instrução e educação. As séries Baronesas, 2019 e Hora do café, 2019 fazem referência a esses encantos e reverências.

2025 · COLETIVA

Memórias - Entre Sítios e Desterros

Curadoria Mario Gioia

Galeria Gare - SP - Brasil

Em Memórias – Entre Sítios e Desterros, Raquel Fayad integra uma reflexão coletiva sobre deslocamento, pertencimento e as marcas afetivas que persistem entre territórios habitados e territórios perdidos.

Em diálogo com a curadoria de Mario Gioia, a presença de Fayad reforça questões centrais de sua pesquisa: corpo, afeto e memória como arquivos vivos. Sua obra tensiona a delicada fronteira entre permanência e deslocamento, revelando que habitar também pode significar lembrar, reconstruir e ressignificar.

A coletiva aconteceu na Galeria Gare, em São Paulo, reunindo 15 artistas em múltiplas linguagens e propondo um olhar sensível sobre as relações entre território, identidade e experiência contemporânea.

Café Mundo

Ato I

2024 · COLETIVA

Sustentar o Efêmero

Em Sustentar o Efêmero, Raquel Fayad integra uma reflexão sobre impermanência, transformação e resistência. A partir de materiais orgânicos e de sua poética visual marcada por corpos femininos, casulos e formas em metamorfose, a artista investiga o corpo como território de memória, vulnerabilidade e reinvenção.

Em diálogo com o coletivo Rosa Choque, a mostra tensiona permanência e transitoriedade, propondo um olhar sensível sobre os ciclos da vida e as estratégias de sobrevivência diante das instabilidades do presente. Na obra de Fayad, sustentar o efêmero torna-se um gesto de escuta, presença e transformação.

(C) 2026 Raquel Fayad - Artista Multidisciplinar e Ateliê

ITU - SÃO PAULO - BRASIL