/SELEÇÃO CRONOLÓGICA

Exposições

2017-2024 · INDIVIDUAL

CAMPOAMOR

Campoamor investiga o café como matéria sensível, memória e afeto, transformando aroma, textura, som e vestígios cotidianos em experiência artística. Entre pintura, instalação, vídeo e som, Raquel Fayad constrói uma poética onde corpo, lembrança e presença se entrelaçam.

A exposição passou por instituições como o Museu de Salto, Espaço Cultural Almeida Júnior (Itu), Museu do Café e Pinacoteca de Botucatu, consolidando-se como um projeto em constante transformação.

Teve curadorias de Andrés I. M. Hernández e Ricardo Resende.

2022-2024 · INDIVIDUAL

Jardim de Pandora

Jardim de Pandora nasce de uma investigação sobre metamorfose, sobrevivência e transformação, criando um universo orgânico onde insetos, criaturas imaginárias e corpos híbridos tensionam os limites entre o real e o fantástico. Entre pintura, instalação, vídeo e performance, Raquel Fayad constrói uma experiência sensorial sobre ruptura, adaptação e renascimento.

A mostra passou por espaços como o Subsolo – Laboratório de Arte e a Galeria Municipal Angelina W. Messenberg, consolidando-se como um projeto em constante expansão.

Teve curadoria de Andrés I. M. Hernández.

2025 · COLETIVA

Memórias - Entre Sítios e Desterros

Em Memórias – Entre Sítios e Desterros, Raquel Fayad integra uma reflexão coletiva sobre deslocamento, pertencimento e as marcas afetivas que persistem entre territórios habitados e territórios perdidos.

Em diálogo com a curadoria de Mario Gioia, a presença de Fayad reforça questões centrais de sua pesquisa: corpo, afeto e memória como arquivos vivos. Sua obra tensiona a delicada fronteira entre permanência e deslocamento, revelando que habitar também pode significar lembrar, reconstruir e ressignificar.

A coletiva aconteceu na Galeria Gare, em São Paulo, reunindo 15 artistas em múltiplas linguagens e propondo um olhar sensível sobre as relações entre território, identidade e experiência contemporânea.

2024 · COLETIVA

Sustentar o Efêmero

Em Sustentar o Efêmero, Raquel Fayad integra uma reflexão sobre impermanência, transformação e resistência. A partir de materiais orgânicos e de sua poética visual marcada por corpos femininos, casulos e formas em metamorfose, a artista investiga o corpo como território de memória, vulnerabilidade e reinvenção.

Em diálogo com o coletivo Rosa Choque, a mostra tensiona permanência e transitoriedade, propondo um olhar sensível sobre os ciclos da vida e as estratégias de sobrevivência diante das instabilidades do presente. Na obra de Fayad, sustentar o efêmero torna-se um gesto de escuta, presença e transformação.